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Pois é, galera. Mudanças sempre ocorrem, e esta é mais uma. Estou descontinuando o iNV0iD’s Corner, pois vi que ficaria difícil manter dois blogs atualizados. Na verdade, um já não tava rolando, imagina dois !!!

Espero escrever com mais frequência, posts diversos, mas em um novo site, com outra cara, outras informações. Alguns posts eu vou migrar daqui para lá, mas não de imediato.

Atualizem seus favoritos, feeds RSS e pode me seguir no Twitter tb que sempre estarei informando as novidades!

Site: http://www.andresousa.org

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Twitter: http://twitter.com/invoid

Amplexos e ósculos !!!!

iNV0iD

Sempre defendi a idéia de que não se deve fazer gambiarras, “gambi”, etc. Por isso, passei a utilizar apenas “workarounds” ou também as “adaptações técnicas”. Sabe como é… Tem solução para tudo nesta vida!

Bom, você tem um Oracle Real Application Cluster (RAC) funcionando, já no patch 10.2.0.4, e precisa adicionar um nó neste cluster. Seguindo a documentação da Oracle, após você clonar, registrar, configurar o clusterware, você precisa fazer o mesmo com o Oracle Database Software. Neste momento, é necessário executar o seguinte comando como o usuário oracle em um dos nós já existentes (e que será a base da clonagem) no cluster:

$ORACLE_HOME/oui/bin/addNode.sh -silent CLUSTER_NEW_NODES={tenerife}


Em um dado momento, acontece:

Copying to remote nodes (Wednesday, February 10, 2010 2:13:06 PM BRT)
……………………………………………………………..WARNING:Error while copying directory /u01/db/oracle/product/10.2.0/db_1 with exclude file list ‘/tmp/OraInstall2010-02-10_02-12-40PM/installExcludeFile.lst’ to nodes ‘tenerife’. [PRKC-1002 : All the submitted commands did not execute successfully]
———————————————————————————-
tenerife:
/bin/tar: ./network/log/listener_burela.log: file changed as we read it

———————————————————————————-

Refer to ‘/u01/db/oracle/oraInventory/logs/addNodeActions2010-02-10_02-12-40PM.log’ for details. You may fix the errors on the required remote nodes. Refer to the install guide for error recovery. Click ‘Yes’ if you want to proceed. Click ‘No’ to exit the install. Do you want to continue?
72% Done.
Home copied to new nodes
……………………The Cluster Node Addition of /u01/db/oracle/product/10.2.0/db_1 was unsuccessful.
Please check ‘/tmp/silentInstall.log’ for more details.

E, não tem esse que consiga fazer passar desse estágio.

Bom, dando uma futucada, vi que ele utiliza o tar para enviar os arquivos ao outro nó (com o ps já dá para ver isso). Nesta mensagem, percebe-se que ele utiliza uma exclude list na hora de fazer esta operação.

O que ocorre é que na documentação da Oracle (http://download.oracle.com/docs/cd/B19306_01/em.102/b16227/oui7_cloning.htm#CEGBFJCE), tem informando:

“When archiving the home, also ensure that you skip the *.log, *.dbf, listerner.ora, sqlnet.ora, and tnsnames.ora from archiving.”

Porém, por algum motivo (bug?) estes arquivos não estão na exclude list gerada pelo Oracle Universal Installer! O maior problema, é que esta lista é gerada dinamicamente, com um path que depende da hora de execução do OUI! Ou seja, você não pode alterar na mão. E, o que fazer?

Bom… Existem mil maneiras de preparar neston, e como não achei nenhuma outra forma por aí (se acharem, me avisem), eu inventei a minha. Sigam a minha “adaptação técnica”, ou Workaround, como preferirem (GAMBI NÃO!)

Só explanando o processo, vamos substituir o binário original do tar por um script que vai gravar os parâmetros passados em um arquivo e sai com um exitcode que significa que deu erro e a instalação do node não vai continuar. O objetivo neste momento é capturar a posição em que está o parâmetro que referencia a exclude list.

[oracle@burela bin]$ su -
Password:
[root@burela ~]# cd /bin
[root@burela bin]# mv tar tar.old
[root@burela bin]# cat > tar
#!/bin/bash
echo $* > /tmp/parameters.txt
exit 1
Ctrl-D
[root@burela bin]# chmod a+x tar
[root@burela bin]# su – oracle
[oracle@burela ~]$ cd $ORACLE_HOME/oui/bin
[oracle@burela bin]$ ./addNode.sh -silent CLUSTER_NEW_NODES={tenerife}


Como o exitcode do script que fizemos vai ser diferente de zero, ele vai dar erro. Mas é isso mesmo, pois já pegamos o dado que precisávamos.

[root@burela bin]# cat /tmp/parameters.txt
cf – -X /tmp/installExcludeFile.lst9347tmp ./assistants ./bin ./ccr ./cdata ./cfgtoollogs ./clone ./config ./crs ./css ./ctx ./dbs ./demo ./diagnostics ./has ./hs ./install ./install.platform ./inventory ./javavm ./jdbc ./jdk ./jlib ./jre ./ldap ./lib ./lib32 ./log ./md ./mesg ./network ./nls ./oc4j ./odbc ./olap ./OPatch ./opmn ./oracore ./oraInst.loc ./ord ./oui ./owm ./perl ./plsql ./precomp ./racg ./rdbms ./relnotes ./root.sh ./root.sh.old ./root.sh.old.1 ./shutdown.log ./slax ./sqlj ./sqlplus ./srvm ./startup.log ./sysman ./tg4ifmx ./tg4ingr ./tg4sybs ./tg4tera ./uix ./wwg ./xdk

Note que o path da exclude list é o quarto parâmetro passado para o tar! Usaremos esta informação para alterá-la no momento em que a nova versão do script rodar.

Neste momento, iremos recriar a exclude list antes do tar ser rodado, utilizando a mesma técnica anterior, mas desta vez executando o binário original do tar com os mesmos parâmetros passados pelo script addNode.sh:

[oracle@burela bin] logout
[root@burela bin]# cat > tar
#!/bin/bash
find . -name “*.log” >> $4
find . -name “*.dbf” >> $4
find . -name “listener.ora” >> $4
find . -name “sqlnet.ora” >> $4
find . -name “tnsnames.ora” >> $4
/bin/tar.old $*
exit $?

Ctrl-D

[root@burela bin]# su – oracle
[oracle@burela ~]$ cd $ORACLE_HOME/oui/bin
[oracle@burela bin]$ ./addNode.sh -silent CLUSTER_NEW_NODES={tenerife}


Neste momento, o script deve rodar numa boa e você já poderá continuar a seguir o procedimento oficial da Oracle. Mas, não vamos esquecer de voltar o tar para seu “estado original”.

[root@burela bin]# mv /bin/tar.old /bin/tar


E assim fez-se o mundo!

“Houston, we have a problem!”

Problema:

Um cliente solicitou que fosse feito um redirecionamento das portas 80 e 443 para um servidor web que se encontra na rede interna da empresa, pois os consultores externos iriam iniciar os testes no novo sistema. No firewall, foi adicionada uma regra de redirecionamento (os usuários do IPTables conhecem como DNAT), você testou, e está tudo ok!

Ao solicitar o teste por parte do cliente, ele lhe diz que não consegue fazer o acesso.

Causa:

A causa deste problema está no percurso em que o pacote percorre quando o servidor responde à requisição de uma estação que está na rede interna. Observe na figura 1 o caminho que é feito pelo pacote quando há uma requisição de fora da rede interna:

OBS: Os endereços contidos neste documento são aleatórios, apenas para demonstração.

Figura 1

Neste caso, o mesmo caminho é percorrido tanto na ida quanto na volta. O pacote consegue ir e voltar sem nenhum impecilho. Observe agora na figura 2 como isto ocorre quando a requisição é feita da rede interna:

Figura 2

Podemos verificar que o caminho percorrido é diferente. O servidor não encaminha o pacote de resposta para o seu gateway. Vejamos mais detalhadamente o caminho que o pacote percorre:

  1. A estação solicita conexão (pacote com flag SYN ativado)  para o IP 200.254.225.31.
  2. O firewall modifica o destination ip para fazer o port forward (novo destination: 172.15.25.3).
  3. O servidor recebe o SYN packet e responde com pacote de aceite da conexão (pacote com os flags SYN e ACK ativados), para o IP da estação (172.15.25.100).
  4. Na tabela de roteamento do servidor, este pacote é redirecionado para o barramento, pois tem como destino um IP da mesma rede que ele está conectado, sem passar pelo gateway.
  5. A estação recebe o pacote SYN/ACK e, após verificar que não está esperando resposta de conexão deste host (172.15.25.3) mas sim do host (200.254.225.31), ele descarta o pacote.
  6. Após o período de timeout da conexão, esta é descartada.

Solução:

Uma solução que pode ser utilizada neste caso é criar uma regra que modifique o source address do pacote durante o caminho de ida. Seria como mascarar o pacote que venha da rede interna e tenha destino o IP e porta do servidor. Vou exemplificar com regras do IP Tables. Porém, para um melhor entendimento desta regra, é melhor darmos uma olhada no caminho que o pacote percorre nas chains e tabelas do IP Tables.

Figura 3

(fonte: Iptables Tutorial 1.1.19, Chapter 3)

Bom, para o DNAT, utilizamos:

iptables –p tcp –t nat –A PREROUTING –d 200.254.225.31 –dport 80 –j DNAT –to-destination 172.15.25.3:80

As regras de DNAT são aplicadas na tabela NAT, chain PREROUTING. As de SNAT, na tabela Nat e chain POSTROUTING. Analisando a figura 3, vemos que quando o pacote chega na chain POSTROUTING, ele já passou pela PREROUTING. Desta forma, o seu destination já foi alterado. Então, a nossa regra tem que filtrar os pacotes vindo de toda a rede interna (ou um ip dela, a depender do caso) com destino o servidor (dentro da rede interna tb) na porta 80, e não o IP 200.254.225.31. Segue a regra:

iptables –p tcp –t nat –A POSTROUTING –s 172.15.25.0/100 –d 172.15.25.3 –dport 80 –j SNAT –to-source 200.254.225.31

Após isto, basta permitirmos o tráfego do pacote na tabela filter, chain FORWARD e pronto, está tudo funcionando corretamente. Segue a regra:

iptables –p tcp –t filter –A FORWARD –s 172.15.25.0/100 –d 172.15.25.3 –dport 80 –j ACCEPT

Veja como ficou o novo desenho na figura 4:

Figura 4

Notem que agora a estação recebe o pacote SYN/ACK do mesmo IP que ele havia solicitado antes.

Esta lógica pode ser utilizada para demais ferramentas de firewall, bastando estudar antes como o pacote trafega dentro dele para assim gerar as regras necessárias. O resto, a lógica é a mesma.

Este post está presente também no blog Zé Bob na Itália

O paradeiro de Zé Bob.

Pois é, estávamos procurando Zé Bob. E ele está na Itália, escornado na Torre de Pisa com uma garrafa de cachaça do lado e um cigarrinho de palha pendurado no beiço…

http://www.zebobnaitalia.com.br/

Sobre fé e confiança: na prática.

Este texto foi feito por mim há muito tempo, e esteve na versão antiga do blog. “Topei” com ele por estes dias, e decidi postar novamente.

Sobre fé e confiança: na prática.

É difícil ter a oportunidade de trabalhar com quem gostamos e com quem temos uma história. Clint Eastwood é ainda o mesmo diretor de quando trabalhei com ele em Os Imperdoáveis; nunca interfere. Diz como vai ser a tomada e dá sugestões, como andar de uma determinada maneira. Então deixa os atores fazerem seu trabalho. Eu pagaria para trabalhar com ele!(Morgan Freeman)

Realmente não há como ler uma declaração dessa sem parar para se perguntar: O que faz alguém conquistar as pessoas desta forma?

Com certeza não é apenas a fama. Pode-se perceber isto claramente observando a direção de uma cena. O Brasil teve a oportunidade de acompanhar isto durante uma seleção feita no programa “Caldeirão do Huck” (Rede Globo) para a novela “América” (Rede Globo). A cada episódio, as candidatas eram dirigidas por um diretor diferente. Um episódio em específico teve tudo a ver com a declaração de Morgan Freeman. Neste dia, a direção foi de Wolf Maya. Percebia-se claramente a leveza e naturalidade da gravação.

Desde a preparação dos atores até a gravação da cena, notava-se uma direção focada em sugerir aos atores que se sintam em casa para injetar suas qualidades naturais na cena, afinal, a cena é feita por todos. Após a cena ter sido gravada, o sentimento externado pelas atrizes mostrava que elas pagariam para trabalhar com ele!

Minha teoria na direção de atores é não interferir com o ego. Tendo começado como ator, compreendo as seguranças que são necessárias e as inseguranças desnecessárias para uma boa atuação; então deixo os atores trazerem sua colaboração. Quando trazem algo de bom, ótimo; quando trazem alguma coisa que não é tão boa, faço ajustes.(Clint Eastwood)

Quem já leu o ensinamento de Meishu-Sama chamado “Fé é confiança”, poderá imaginar que Wolf Maya e Clint Eastwood cativam dessa forma todos que estão perto (e longe, assistindo-os), porque talvez sejam homens de verdadeira Fé. Claro que suas crenças e demais atos da vida cotidiana não serão analisadas aqui, mas a forma com que eles atraem as atenções para si faz parte dos homens de verdadeira Fé.

É necessário distinguir claramente como age um autêntico homem de fé. Teoricamente é simples: que inspire confiança nos que convivem com ele; que todos confiem nas suas palavras; que, no contato com as pessoas, elas sintam que só lhes advirá o bem, porque ele é uma pessoa excelente.” (Meishu-Sama – Fé é Confiança)

Meishu-Sama sugere que a atenção das pessoas seja atraída naturalmente através de seus atos cotidianos, buscando sempre cativar a confiança alheia. Com sinceridade, docilidade e humildade as pessoas podem dirigir sua vida como Wolf Maya e Clint Eastwood: cativando cada vez mais os atores que contracenam neste grande palco chamado VIDA!

As pessoas devem comentar a respeito desse homem: “É alguém que me ajudou, que me salvou… É pessoa muito bondosa… Seria um grande prazer tê-lo como amigo. É uma criatura muito agradável…” Tal indivíduo certamente terá o respeito e a estima de todos, o que é muito compreensível.(Meishu-Sama – Fé é Confiança)

A questão do ego citada por Clint Eastwood chama a atenção para um ponto vital nas relações humanas: o equilíbrio entre o eu e o você. A maioria de nós cremos que as coisas são boas se acontecem de acordo com o nosso desejo. Claro, um quadro que você pinta para colocar na parede do quarto da casa em que você mora (sozinho), só vai ficar bom se sair de acordo com o seu gosto. Contudo, vivemos em sociedade. Estamos sempre diante de ações que envolvem outras pessoas, e se quisermos ter um verdadeiro sucesso precisamos estar muito atentos a esta realidade.

A física nos ensina: “Para toda ação, há sempre uma reação de mesma intensidade, mesma direção e sentido inverso.” Esta é apenas a constatação pela ciência de uma lei que faz parte do fundamento de todo o universo: a lei da causa e efeito. Segundo ela, tudo o que fazemos tem um efeito sobre nós. Aplicando esta lei na questão do ego, pode-se afirmar: Quem cede ao seu próprio ego e o impõe ao próximo, um dia terá que assimilar a imposição de um outro ego. Não dá para pensar em outra definição para isto senão a DERROTA.

Agora fica mais claro o motivo de certas pessoas, como o Clint Eastwood e o Wolf Maya, conseguirem atrair naturalmente a atenção do próximo alcançando um sucesso real. E não se enganem pensando que apenas os famosos conseguem estas realizações. Se observarem mais atentamente, notarão muitas pessoas que brilham ao nosso redor. Pessoas simples nos gestos mas com grandes realizações, que são homens de verdadeira Fé.

Gostaria de fechar este texto com um último ensinamento.

Liberdade significa a capacidade de agir guiado pela alma, e não compelido por desejos e hábitos. Obedecer ao ego leva à escravidão; obedecer à alma leva a libertação.(Paramahansa Yogananda)

Por André Sousa, em 31 de agosto de 2005.

Pois é, rolou! No mês passado consegui cumprir um objetivo, que é a certificação ITIL Foundation. Estava estudando há um tempo, mas as diversas ocorrências em vários âmbitos acabavam me fazendo dar aquele velho “break”. Porém, em um dia “virado no raio”, resolvi fazer uma série de simulados para ver naquele momento como eu estava. Me saí bem, então fui lá e marquei a prova para 2 dias depois. Fiz, passei, bebi uma cerveja e a vida continua!

Mas, bom, que raios é isto?

By Wikipedia:

 ”Information Technology Infrastructure Library (ITIL) é um conjunto de boas práticas (do inglês best practices) a serem aplicadas na infraestrutura, operação e manutenção de serviços de tecnologia da informação (TI). Foi desenvolvido no final dos anos 80 pela CCTA (Central Computer and Telecommunications Agency) e atualmente está sob custódia da OGC (Office for Government Commerce) da Inglaterra.

A ITIL busca promover a gestão com foco no cliente e na qualidade dos serviços de tecnologia da informação (TI). A ITIL endereça estruturas de processos para a gestão de uma organização de TI apresentando um conjunto abrangente de processos e procedimentos gerenciais, organizados em disciplinas, com os quais uma organização pode fazer sua gestão tática e operacional em vista de alcançar o alinhamento estratégico com os negócios.

ITIL dá uma descrição detalhada sobre importantes práticas de IT com checklists, tarefas e procedimentos que uma organização de IT pode customizar para suas necessidades.”

http://pt.wikipedia.org/wiki/Information_Technology_Infrastructure_Library

Texto bonito né?  hehehe

Bom, fiz o primeiro nível de certificação (Foundation), que não habilita para implantar os processos da ITIL, mas dá uma visão melhor acerca do provimento de serviços em tei através de processos, amplia a visão com relação a serviços de TI e tem o objetivo de te habilitar a trabalhar em um ambiente que tem processos da ITIL implementados.

Para quem quiser saber mais, vai aí algumas informações:

 

Local onde fiz o curso preparatório: http://www.tiexames.com.br/

Empresa realizadora do exame: Prometric

Valor do exame: US$ 165,00

Score mínimo: 65%

Score que eu fiz: 85%

O recomendado é que se faça o exame quando estiver alcançando no mínimo 85% nos simulados.

 

Bom, e agora, qual o próximo? Cobit 4.1 Foundation, que é focado na Governaça de TI. Pretendo fazer o curso na TIExames também, assim como o curso de Gerência de Projetos deles. Se curtir mesmo essa área, me der bem, invisto no ITIL Manager (e upgrade p/ V3 Expert) , que é o esquema Jedi da ITIL e custa o olho da cara. Mas aí é cenas dos próximos capítulos.

E que venha o Cobit !!!

Pois é… O último post mostrou um discurso do CEO da Apple e Pixar, Steve Jobs, em que muito se viu de coisas simples, criativas e que transformaram essas empresas em símbolos da qualidade e boas idéias!

Agora vai um outro aí que também achei fantástico. Beira a perfeição,  na minha opinião! Acredito muito que a paciência, determinação, criatividade e, sobretudo, ensaio/treino são fundamentais para o sucesso.

Depois vou colocar mais um vídeo que para mim também é algo que beira a perfeição!

Obs.: Eu quero uma esponjinha dessa para mim!!!!

Wow!!! Um tempinho sem postar, muita coisa acontecendo, mas agora tirei uns minutos para resolver essa história!!!

Recentemente, estava entretido em inscrever jovens para uma aprimoramento específico de jovens que rolaria no fim de agosto, aqui em Salvador. Vinha trabalhando com o grupo ao qual faço parte, até que o evento foi cancelado. Foi um baque geral, mas que me fez refletir bastante. Acredito piamente que nada acontece por acaso, e tudo tem uma explicação. Nem sempre sabemos na realidade qual é, mas nem por isso precisamos ficar parados.

Mas, não pensem que isto é apenas um daqueles textos piegas de motivação, etc, etc. Não, não é isso. Nem tava pensando em postar isso aqui no blog, pensei em algo no sentido de “comédia da vida privada”. Mas, ontem, ou antes de ontem, não lembro ao certo, aquele ínfimo novato (hehehehehehe) que citei no post “Quanto mais eu rezo, mais estagiário e novato aparecem”, me colou no msn um link para o blog dele. Neste link, tinha um post assim:

Devo agradecer a um amigo (invoid) por ter me mostrado esse vídeo, ele melhorou a minha visão de alguns pontos específicos na minha vida. Se eu podesse escolher as palavras exatas a serem usadas no dia da minha formatura, seriam essas:”

Lhes confesso que fiquei meio fora do ar por alguns segundos. Não imaginava que um video que passei para ele no período em que fora demitido lá da empresa, para dar uma força e tal, realmente teria significado tanto. Fui “ligando os pontos”, e vi que este video veio novamente a mim num período bem propício.

Na primeira vez que vi o video, lembrei de um ensinamento que na minha opinião tem bastante relação. Vou postá-lo aqui também, daí cada um coloca tico e teco para brigarem aí! hehehe

Steve Jobs em Stanford – Parte 1

Steve Jobs em Stanford – Parte 2

A DIALÉTICA DA HARMONIA

Harmonia é um velho termo que impressiona bem e sugere um princípio da Verdade. Contudo, não deve ser aceito cegamente, pois, embora essa interpretação não es­teja errada, é muito superficial. Sendo assim, precisamos aprofundá-la.

Tudo que há no Universo acha-se em perfeita har­monia. Só há desarmonia para quem vê as coisas superfici­almente – é um erro de ponto de vista. A desarmonia que se apresenta aos olhos do homem, é apenas aparente. Isso por­que ela é criada pelos homens, e a sua causa é a ação antinatural. Ou seja, do ponto de vista da Grande Natureza, a desarmonia decorrente da ação antinatural é a verdadeira harmonia. Essa é a Verdade Absoluta.

Neste sentido, basta que o homem obedeça ás Leis do Universo, para que todas as coisas se harmonizem e progri­dam normalmente. Assim, quando se provoca desarmonia, surge a desarmonia; caso contrario, surge a harmonia. Nisto consiste a Grandiosa Harmonia da Natureza. Para ser feliz, o homem precisa aprofundar seu conhecimento sobre este assunto. Temos tido freqüentes provas de que, com o tem­po, a desarmonia momentânea se transforma em harmonia, e vice-versa. Essa é a realidade da vida, e reclama profunda reflexão.

Sintetizando: a desarmonia é produto da visão es­treita (“Shojo”); a harmonia, produto da visão ampla (“Daijo”).

Meishu-Sama, em 10 de outubro de 1952

Obs: O site do novato (vulgo Alan) está sendo migrado para o blogspot. Até então o blog novo ainda não continha o post que ele me passou, mas então vai o link antigo:http://insetoverde.wordpress.com/2009/06/09/71/

Cuidado com os burros motivados.

Tá aí… Uma das coisas que eu sempre achei é que nem tudo precisa ser extremamente complicado. Não necessita necessariamente de milhares de estudos, aparatos mirabolantes, etc. Muitas das coisas são feitas de forma simples: “Vai lá logo e faz”. Viram as cenas dos operários no andaime, em plena ventania? Pois é… Simples. Joga a jaqueta. A mulher foi lá e fez!

 

Tempo, sinceridade e atenção eu acho que é a chave de tudo. Não que eu saiba lidar com tudo isso perfeitamente, mas já tive provas que funciona. Aliás, nem precisamos buscar muito. O que eu vejo, é que hoje em dia realmente tem muita gente correndo atrás de receitas de bolo, livros mágicos, técnicas de faculdade, e esquecendo de olhar para algo que é o que vai decidir: suas aptidões, o que tem dentro de você. Acredito que isto é que vai impulsionar realmente a sua competência.

Vai abaixo uma entrevista do Roberto Shinyashiki que achei bem interessante, e me chamou a atenção inicialmente pelo título. he he

“Cuidado com os burros motivados”

Em Heróis de verdade, o escritor combate a supervalorização da aparência e diz que falta ao Brasil competência, e não auto-estima.


Camilo Vannuchi

 

Observador contumaz das manias humanas, Roberto Shinyashiki está cansado dos jogos de aparência que tomaram conta das corporações e das famílias. Nas entrevistas de emprego, por exemplo, os candidatos repetem o que imaginam que deve ser dito. Num teatro constante, são todos felizes, motivados, corretos, embora muitas vezes pequem na competência. Dizem-se perfeccionistas: ninguém comete falhas, ninguém erra. Como Álvaro de Campos (heterônimo de Fernando Pessoa) em Poema em linha reta, o psiquiatra não compartilha da síndrome de super-heróis. “Nunca conheci quem tivesse levado porrada na vida (…) Toda a gente que eu conheço e que fala comigo nunca teve um ato ridículo, nunca sofreu enxovalho, nunca foi senão príncipe”, dizem os versos que o inspiraram a escrever Heróis de verdade (Editora Gente, 168 págs., R$ 25). Farto de semideuses, Roberto Shinyashiki faz soar seu alerta por uma mudança de atitude. “O mundo precisa de pessoas mais simples e verdadeiras.”

 

ISTOÉ – Quem são os heróis de verdade?

Roberto Shinyashiki – Nossa sociedade ensina que, para ser uma pessoa de sucesso, você precisa ser diretor de uma multinacional, ter carro importado, viajar de primeira classe. O mundo define que poucas pessoas deram certo. Isso é uma loucura. Para cada diretor de empresa, há milhares de funcionários que não chegaram a ser gerentes. E essas pessoas são tratadas como uma multidão de fracassados. Quando olha para a própria vida, a maioria se convence de que não valeu a pena porque não conseguiu ter o carro nem a casa maravilhosa. Para mim, é importante que o filho da moça que trabalha na minha casa possa se orgulhar da mãe. O mundo precisa de pessoas mais simples e transparentes. Heróis de verdade são aqueles que trabalham para realizar seus projetos de vida, e não para impressionar os outros. São pessoas que sabem pedir desculpas e admitir que erraram.

 

ISTOÉ – O sr. citaria exemplos?

Shinyashiki – Dona Zilda Arns, que não vai a determinados programas de tevê nem aparece de Cartier, mas está salvando milhões de pessoas. Quando eu nasci, minha mãe era empregada doméstica e meu pai, órfão aos sete anos, empregado em uma farmácia. Morávamos em um bairro miserável em São Vicente (SP) chamado Vila Margarida. Eles são meus heróis. Conseguiram criar seus quatro filhos, que hoje estão bem. Acho lindo quando o Cafu põe uma camisa em que está escrito “100% Jardim Irene”. É pena que a maior parte das pessoas esconda suas raízes. O resultado é um mundo vítima da depressão, doença que acomete hoje 10% da população americana. Em países como Japão, Suécia e Noruega, há mais suicídio do que homicídio. Por que tanta gente se mata? Parte da culpa está na depressão das aparências, que acomete a mulher que, embora não ame mais o marido, mantém o casamento, ou o homem que passa décadas em um emprego que não o faz se sentir realizado, mas o faz se sentir seguro.

 

ISTOÉ – Qual o resultado disso?

Shinyashiki – Paranóia e depressão cada vez mais precoces. O pai quer preparar o filho para o futuro e mete o menino em aulas de inglês, informática e mandarim. Aos nove ou dez anos a depressão aparece. A única coisa que prepara uma criança para o futuro é ela poder ser criança. Com a desculpa de prepará-los para o futuro, os malucos dos pais estão roubando a infância dos filhos. Essas crianças serão adultos inseguros e terão discursos hipócritas. Aliás, a hipocrisia já predomina no mundo corporativo.

 

ISTOÉ – Por quê?

Shinyashiki – O mundo corporativo virou um mundo de faz-de-conta, a começar pelo processo de recrutamento. É contratado o sujeito com mais marketing pessoal. As corporações valorizam mais a auto-estima do que a competência. Sou presidente da Editora Gente e entrevistei uma moça que respondia todas as minhas perguntas com uma ou duas palavras. Disse que ela não parecia demonstrar interesse. Ela me respondeu estar muito interessada, mas, como falava pouco, pediu que eu pesasse o desempenho dela, e não a conversa. Até porque ela era candidata a um emprego na contabilidade, e não de relações públicas. Contratei na hora. Num processo clássico de seleção, ela não passaria da primeira etapa.

 

ISTOÉ – Há um script estabelecido?

Shinyashiki – Sim. Quer ver uma pergunta estúpida feita por um presidente de multinacional no programa O aprendiz? “Qual é seu defeito?” Todos respondem que o defeito é não pensar na vida pessoal: “Eu mergulho de cabeça na empresa. Preciso aprender a relaxar.” É exatamente o que o chefe quer escutar. Por que você acha que nunca alguém respondeu ser desorganizado ou esquecido? É contratado quem é bom em conversar, em fingir. Da mesma forma, na maioria das vezes, são promovidos aqueles que fazem o jogo do poder.

O vice-presidente de uma das maiores empresas do planeta me disse: “Sabe, Roberto, ninguém chega à vice-presidência sem mentir.” Isso significa que quem fala a verdade não chega a diretor?

 

ISTOÉ – Temos um modelo de gestão que premia pessoas mal preparadas?

Shinyashiki – Ele cria pessoas arrogantes, que não têm a humildade de se preparar, que não têm capacidade de ler um livro até o fim e não se preocupam com o conhecimento. Muitas equipes precisam de motivação, mas o maior problema no Brasil é competência. Cuidado com os burros motivados. Há muita gente motivada fazendo besteira. Não adianta você assumir uma função para a qual não está preparado. Fui cirurgião e me orgulho de nunca um paciente ter morrido na minha mão. Mas tenho a humildade de reconhecer que isso nunca aconteceu graças a meus chefes, que foram sábios em não me dar um caso para o qual eu não estava preparado. Hoje, o garoto sai da faculdade achando que sabe fazer uma neurocirurgia. O Brasil se tornou incompetente e não acordou para isso.

 

É… Esse negócio de motivação, sei não viu. Vou ficar no meu marasmo aqui mesmo. Quem sabe assim um dia eu fique competente? ;)

Comédia da vida privada!

Pois é… Desde que consegui me mudar, tem 6 coisas que estava ansiando:

 

- Despir-me da fantasia de Lobisomem… Ou seja, fazer a barba!

- Lavar minha roupa!

- Cortar o cabelo!

- Dormir com a cortina fechada. Hoje nem cortina tem!

- Arrumar meu quarto!

- Passar um dia inteiro em casa!!!

 

Bom… Só consegui fazer a barba 1 semana depois de mudar. Quase tive um orgasmo!

 

Hoje foi a vez de lavar a roupa. Depois dessa incomensurável aventura, não poderia ir dormir sem escrever sobre a dita-cuja.

 

Cheguei, deixei as compras em cima do armário (que por sinal ainda estao lá. Merda!), dei uma rodada pela casa, passei no banheiro, olhei para o balde de roupa suja, respirei fundo, rangi os dentes, e disse: “Porra! Se não lavar essa parada hoje, fico pelado amanhã!”

 

Respirei fundo mais umas 2 vezes e carreguei o cretino do balde para a área de serviço. Dei uma separada “meia sola” nas roupas que soltavam tinta das que não soltavam. Enquanto isto, já deixei a máquina de lavar enchendo de água. Eis que me lembrei: Tem que dar uma esfregada nos colarinhos e punhos antes! Shiiittt!!! Levantei a tampa da máquina de lavar para interromper a operação, joguei o sabão em pó para já ir dissolvendo, e fui para o tanque. Bom, a esta altura do campeonato, já estava todo cheio, orgulhoso, pois estava fazendo o “serviço” com um grau relativo de eficiência. Algo que devia beirar os 10%, na realidade. Viva o progresso do ser humano!

 

Peguei a escova e fui dar um grau no tanque antes de começar a esfregar os “panos de bunda”. Eis que percebi um detalhe: O tubo de saída de água da máquina estava atrapalhando a operação militar. De imediato, peguei-o e coloquei no chão. A partir daí, foi pano, água, sabão e mãos. E, claro, a velha cantoria: “Lavar roupa todo diaaaaa, que agoniaaaaa…” 

 

Feito todo o serviço, as roupas já estavam na máquina, junto com lençóis, toalhas, cuecas, etc. Se tivesse um gato ou cachorro em casa, acho que ia junto. Sempre me falaram para colocar o máximo de roupas possível para economizar! Fechei a tampa, ela continuou a trabalhar, e eis que veio à cabeça: “Agilizando o processo: Enquanto lava a roupa, eu lavo o resto de louça que D. Zelita deixou aqui e preparo meu rangovisky!” Pois, lá vou eu. Prato, talheres, caneca… Eis que estava lutando com a caneca, quando ou vi um barulho de água jorrando… Eh… Bem… Subam o texto aí… Alguém consegue localizar o trecho em que eu disse que tinha RECOLOCADO O TUBO DE ÁGUA DA MÁQUINA NO TANQUE? Bom, a área de serviço já estava sendo alagada… Mifú!

 

Tubo no tanque, situação parcialmente controlada, olhei para o chão e vi que a água corria para o ralo. Pensei cá eu: “Pá porra! Deixa essa *(&*^&%^& aí! Durante a noite seca!” E voltei para a louça. Não antes de colocar o amaciante na máquina. CLARO que eu havia esquecido!

 

Louça lavada, rango pronto, eis que eu olho para a máquina, entupiiida de roupas e, de súbito, me bate o desespero: “SSSShhhiiitttt!!!! Só tem o varal pequeno instalado!! ONDE DIABOS VOU COLOCAR ESSE MUNDARÉU DE PANO??” Na verdade, nem desinstalado eu tenho outro. É só esse mesmo!

 

Um problema de cada vez… Primeiro, as prioridades. Fui comer, afinal, eu com fome fico um tanto quanto indócil. Sanduíche e chá mate resolveram este problema. Aliás, estavam resolvendo, quando eu ouço um barulho alucinante. Era a máquina de lavar que estava já quase no elevador! Pensei: “SAI DAÍ, MURPHY!”

 

Depois de recolocada no lugar e já com o “pé” devidamente apertado, o trabalho continua. O da máquina e o meu. Voltei ao rango.

 

Um tempo depois, a cidadã parou definitivamente de trabalhar e foi dormir. E eu, voltei a pensar: “Puta merda! Onde vou pendurar isso tudo?” Bom, comecei pelo começo né… Fui colocando o que podia no varal. Depois de acabado os pregadores que estavam em um saco, pensei: “Xiiii… Mofou! Cadê o resto?” Mas rapidamente eu consegui visualizar um monte de pregador em outro saco, em cima de um móvel. Peguei-o, pensando: “Salvo!”. Eis que caiu um pregador. De onde diabos tinha caído isso?? Fui procurar para ver se havia algum rasgo no saco. Eis que desaba tudo no chão. Pensei: “Puta que pariu!!! De onde saiu tanto pregador???” É né… Catei tudo, já com dor nas costas, coloquei em um saco não desgramado, e voltei a resolver o problema anterior.

 

Bom… Terei que fazer uma caçada pela casa quando acordar. Tem roupa espalhada por todo lado, exceto meu quarto. A situação já está calamitosa demais, MAIS COISA AQUI NÃO!!!

 

Qualquer semelhança com um quadro do Mr. Bean, é mera coincidência. Mas se ele quiser comprar o roteiro, EU VENDO!!!!

 

Fui, antes que alguma coisa mais dê errado e eu não consiga publicar este post!!!!

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